Eu sei que estou mentindo fervorosamente
Posteriormente eu ainda era melhor, sincermente minha alma
Ainda se encontra em dor
Tento não mentir
Continuo a Metralhar
Palavras erradas em ordem aleatória
Destilo m'alma em cortes profundos...
As notas estão sendo tocadas, devagar com calma
Ainda assim o refrão me assombra com suas verdades
Ainda escuto as velhs bandas de Rock
Nesta estrada deserta pelos caminhos do mundo
Pedindo a Deus um lugar melhor
Pedindo apenas uma rede pra descansar
Parnóia eu sei, tenho um destino aqui
Continuar pelo mundo e a não me prender em nada, em ninguém.
Eu erro em lembrar do passado
A magoa volta em lágrimas nos olhos
Acho que é melhor cuidar das feridas
E continuar andando...viajando
Ainda quero lhes contar sobre as coisas que tem acontecido
George Orwel tem me ensinado muitas coisas
Mas as drogas ainda tentam me tragar
Bebendo chás para fingir a não dor
E um tiro na cabeça ainda é confortável
Eu só queria durmir por um século
Mas a ânsa por viver me fez voltar aqui
Senhores mestres de canto
Senhor Ateu, velho amigo
Meu Deus, cofesso
Protesto contra as nossas idéias de revolução
Os caminhos, as estradas, os mares, os amores...
Ainda tão vivos na minha cabeça
Minha paranóia toma conta de mim....
Minha mente então viaja.
"sob a frondosa castanheira eu te vendi e tu me vendeste"
Tentamos não desiludir nossas ideologis
Quando tudo for rotina será feita uma revolução
Pelas letras...
Não me desculpe...não se perdoe
Apenas aprenda a voar...
Então valerá o dia
Então será mais um belo dia
Então estará vivendo
Estou sendo um tanto chata.
Ou procuro no céu a Gaivota que voa mais alto?

apenas uma nova Loucura!
Voando em busca da Liberdade Solitária!


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